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Mulheres são cinco vezes mais propensas que os homens a ter problemas na tireoide.

Acredita-se que centenas de milhões de pessoas em todo o mundo tenham algum tipo de distúrbio da tireoide e mais da metade destas não são diagnosticadas e podem estar passando por alguma dificuldade desnecessária durante o dia a dia, vivem sem conhecer a causa real de seus sintomas, isto causa um impacto negativo na qualidade de vida destas pessoas quando não são diagnosticados corretamente. 

        No dia 25 de maio, comemora-se o Dia Internacional da Tireoide, é o mês de conscientização sobre as doenças da tireoide através da divulgação de informações sobre esta glândula tão importante ao nosso organismo. 

         A Tireoide é uma glândula localizada na parte da frente do pescoço e produz dois importantes hormônios (T3 e T4) que atuam  em praticamente todos os órgãos, estimulando várias funções, como se fosse o “combustível”  do corpo humano. O hormônio tireoidiano age no coração controlando os batimentos cardíacos; no intestino controlando o peristaltismo e frequência de evacuações, na temperatura corporal, no humor, na memória, nos ossos, nos músculos e nos tecidos adiposos. 

        Nas mulheres pode alterar a ciclo menstrual e ovulação quando ocorrem disfunções tireoidianas. Estes hormônios controlam nosso metabolismo e quando existe algum distúrbio na glândula o corpo inteiro pode sofrer as consequências. Do ponto de vista funcional podemos nos deparar com duas situações: liberação excessiva de hormônios  tireoideanos que chamamos de Hipertireoidismo e o inverso, a carência deste hormônios  que chamamos de hipotireoidismo.

       No Hipertireoidismo há um aumento na produção do hormônio, do metabolismo e do gasto energético gerando sintomas como  irritabilidade, instabilidade emocional, intolerância ao calor (sente mais calor do que o normal), sudorese, pele quente e úmida, tremores, palpitações cardíacas, fadiga, perda de peso, diarreia, diminuição da libido, alterações menstruais, fraqueza muscular. 

      Muitos desses sintomas são frequentemente atribuídos a distúrbios no coração, músculos ou nervos, especialmente quando a glândula tireóide não está visivelmente aumentada para chamar a atenção do paciente ou do médico. 

     A investigação de cardiologistas, neurologistas e psiquiatras em suas linhas de especialidades pode ser normal até que o nível de suspeita se torne alto o suficiente para considerar a glândula tireóide como a culpada – e com razão.

        No hipotireoidismo a glândula produz muito pouco hormônio da tireóide e o(a) paciente vai apresentar um ou mais destes sinais e sintomas, que podem variar de intensidade conforme a gravidade da doença: alteração de humor como desânimo e até depressão, ganho de peso, memória comprometida, distúrbio do sono, pele seca, aumento da  queda de cabelo, unhas quebradiças, intolerância ao frio (sente mais frio do que o normal), edema (inchaço) de pálpebras principalmente, mas, também, edema de pernas e mãos, intestino preso, dores articulares ou musculares. Nas mulheres pode haver alteração do ciclo menstrual até amenorréia (parada da menstruação) ou problemas de fertilidade e em ambos os sexos podem haver diminuição da libido.

       Identificar o que está de fato alterando a função da tireoide só é possível por meio de exames clínicos. Primeiro é feita uma análise de sangue para dosar a quantidade de hormônios no nosso organismo. O segundo passo é constatar a existência de nódulos (caroços que às vezes podem ser sentidos (ou não)  palpando o pescoço) e/ou alterações no tamanho da glândula. Por meio da ultrassonografia, é possível determinar casos de atrofia (quando a glândula está em tamanho menor do que o normal) e bócios (aumento do volume da tireoide).

O melhor a fazer diante de todos estes problemas é ter um diagnóstico precoce para evitar maiores complicações. Por isto, lembre-se: ao menor sinal de problema na tireoide, procure um especialista.

Dr. Francisco Amorim, CRM 14221 Diretor Técnico do Instituto da Tireoide & Laringe.

 

 

 

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